Produzido pela Serra das Antas, em Bueno Brandão (MG), o Tipo Gorgonzola Dolce é um queijo azul elaborado com leite pasteurizado de vaca, de massa macia, úmida e especialmente cremosa.
É uma interpretação brasileira inspirada no perfil Dolce dos tradicionais Gorgonzolas italianos: mais untuoso, amanteigado e delicado do que queijos azuis de perfil mais seco, salgado ou picante.
Seus característicos veios azul-esverdeados são desenvolvidos pela ação do Penicillium roqueforti, cultura que participa diretamente da formação dos aromas e sabores dessa grande família de queijos.
Na boca, porém, o azul não aparece sozinho.
A própria massa traz equilíbrio com notas:
lácteas + amanteigadas + delicadamente adocicadas, acompanhadas por nuances de cogumelos, terra úmida, madeira e fermentação.
O resultado é um queijo azul de intensidade moderada, textura extremamente cremosa e sabor equilibrado.
É uma excelente escolha tanto para quem já aprecia queijos azuis quanto para quem deseja começar por um exemplar mais macio e envolvente.
O verdadeiro Gorgonzola DOP é um queijo italiano protegido por denominação de origem e produzido dentro de regiões e regras específicas.
Dentro dessa tradição, dois perfis são bastante conhecidos:
Gorgonzola Dolce: mais macio, úmido, cremoso e delicado.
Gorgonzola Piccante: mais maturado, estruturado, firme e de sabor mais intenso.
O queijo da Serra das Antas é produzido em Minas Gerais e possui identidade própria.
Por isso, é apresentado como:
Queijo Tipo Gorgonzola Dolce.
A referência italiana ajuda a compreender sua proposta sensorial, mas não significa que seja um Gorgonzola DOP.
A coloração azul-esverdeada não vem de corante.
Ela é resultado do desenvolvimento do Penicillium roqueforti no interior da massa.
Durante a fabricação e a maturação, o queijo é produzido de maneira a permitir que o oxigênio alcance determinadas regiões internas.
É por isso que os queijos azuis costumam ser perfurados durante sua produção.
Esses pequenos canais favorecem o desenvolvimento da flora azul e ajudam a formar os característicos veios distribuídos pela massa.
Neste queijo, a cremosidade não vem da adição de creme de leite.
Ela é resultado da própria tecnologia de fabricação e da evolução da massa durante a maturação.
Participam desse processo:
Umidade da massa
Composição do leite
Fermentação
Ação do Penicillium roqueforti
Tempo de maturação
Ao longo desse período, proteínas e gorduras do queijo passam por transformações que tornam a massa progressivamente mais:
macia + úmida + amanteigada + untuosa.
Essa textura ajuda justamente a equilibrar a salinidade e o caráter do mofo azul.
Queijos azuis ficam especialmente interessantes quando encontram dulçor, fruta, acidez, crocância ou amargor.
Mel em favo: uma das melhores combinações. O mel equilibra a salinidade e o caráter do azul, enquanto o favo cria um contraste de textura muito interessante com a massa cremosa.
Figada: figo e queijo azul formam uma combinação clássica. A concentração da fruta possui intensidade suficiente para acompanhar o queijo sem desaparecer diante dele.
Goiabada Cascão: uma leitura deliciosamente brasileira. O dulçor e a acidez da goiaba contrastam com a gordura, o sal e as notas fermentadas.
É quase um:
Romeu e Julieta para quem gosta de queijo azul.
Pera fresca: uma das combinações mais elegantes. A pera acrescenta suculência, frescor e dulçor delicado, deixando a degustação mais leve.
Nozes: um clássico por uma boa razão. As notas tostadas e discretamente amargas acompanham muito bem o lado terroso do queijo.
Chocolate 70% cacau: uma combinação menos óbvia. O amargor encontra salinidade, gordura e fermentação, criando bastante profundidade.
Beterraba assada: excelente caminho salgado. O dulçor natural e o caráter terroso da beterraba conversam diretamente com o perfil do queijo. Finalize com azeite e nozes.
Pães: pão de fermentação natural, baguete, brioche, pão de nozes e crackers neutros são excelentes bases.
Para começar:
Tipo Gorgonzola Dolce + Pera + Nozes
Para uma combinação brasileira:
Tipo Gorgonzola Dolce + Goiabada Cascão
E, para algo especial:
Tipo Gorgonzola Dolce + Mel em Favo + Pão de Fermentação Natural
Este é um dos queijos azuis mais versáteis para cozinhar.
Experimente em:
Massas
Risotos
Nhoques
Molhos
Polentas
Sopas
Hambúrgueres
Bruschettas
Batatas
Carnes
Saladas
Cogumelos
Sua textura macia facilita muito a incorporação às preparações.
Por ser bastante cremoso, incorpora-se facilmente ao molho.
Pode ser derretido lentamente com um pouco da própria água do cozimento da massa.
Combina especialmente bem com:
Nozes
Pera
Cogumelos
Radicchio
Espinafre
Alho-poró
Como possui bastante sabor, não é necessário utilizar grandes quantidades.
Queijo azul e carne bovina formam uma combinação clássica.
Experimente:
sobre um hambúrguer
ou:
em um molho para filé.
A gordura e as notas tostadas da carne têm estrutura suficiente para acompanhar a personalidade do queijo.
Polenta cremosa e Tipo Gorgonzola Dolce formam uma combinação especialmente confortável.
O queijo pode ser incorporado ao final do preparo ou colocado em pequenos pedaços sobre a polenta ainda quente.
A própria temperatura ajuda a tornar a massa ainda mais cremosa.
Uma combinação praticamente pronta:
Pera + Folhas Amargas + Nozes + Tipo Gorgonzola Dolce
Rúcula, endívia e radicchio funcionam especialmente bem.
Também vale experimentar com:
beterraba assada + nozes + queijo azul.
Um elemento de acidez ajuda a deixar o conjunto mais fresco.
Bebidas com algum dulçor podem criar harmonizações excelentes com queijos azuis.
Entre os vinhos:
Sauternes
Late Harvest
Vinho do Porto
Moscatel
Riesling com algum açúcar residual
O princípio é simples:
doçura da bebida + salinidade do queijo.
A acidez do vinho ajuda a impedir que a combinação se torne pesada.
Para quem prefere vinhos secos:
Chardonnay
Espumante Brut
Pinot Noir leve
Entre as cervejas:
Stout
Porter
Belgian Dubbel
Barley Wine
Uma Stout pode criar uma combinação especialmente interessante com as notas terrosas, amanteigadas e fermentadas do queijo.
Produto: Queijo Tipo Gorgonzola Dolce
Produtor: Serra das Antas
Região: Bueno Brandão – MG
Estilo: Queijo azul brasileiro inspirado no perfil Gorgonzola Dolce
Matriz: Vaca
Leite: Pasteurizado
Família: Queijos azuis
Mofo de maturação: Penicillium roqueforti
Textura: Macia, úmida, amanteigada e cremosa
Perfil sensorial: Lácteo, amanteigado, delicadamente adocicado, terroso, com notas de cogumelos, madeira e mofo azul
Intensidade: Moderada
Odor: Forte
Tempo de maturação: Aproximadamente 21 dias
Validade: 10 dias
Armazenamento: Manter refrigerado.
Retire o Tipo Gorgonzola Dolce da geladeira aproximadamente 20 a 30 minutos antes do consumo.
O objetivo é apenas retirar o excesso de frio.
Quando a massa perde o gelo da refrigeração, torna-se ainda mais macia e untuosa e aparecem com maior clareza suas notas:
lácteas, amanteigadas, terrosas e características do mofo azul.
Como ocorre com queijos azuis artesanais, a distribuição dos veios pode variar naturalmente entre diferentes pedaços e peças.
Não.
O perfil Dolce é conhecido por apresentar uma experiência mais:
macia + úmida + cremosa + delicada.
Já o perfil Piccante costuma seguir por um caminho mais:
estruturado + maturado + intenso + picante.
De forma simples:
quer mais cremosidade e equilíbrio → Dolce.
quer maior intensidade e picância → Piccante.
Não.
O Gorgonzola DOP é um queijo italiano protegido, produzido em regiões determinadas e sob regras específicas.
Este produto é um Queijo Tipo Gorgonzola Dolce brasileiro, elaborado pela Serra das Antas em Bueno Brandão, Minas Gerais.
A referência ao Dolce serve para explicar sua textura e seu perfil sensorial.
Sim.
Sua massa macia, úmida e amanteigada ajuda a equilibrar o caráter do Penicillium roqueforti.
Por isso, pode ser uma excelente porta de entrada para quem imagina que todo queijo azul precisa ser:
muito seco, muito salgado ou extremamente agressivo.
Comece com uma pequena porção acompanhada de pera ou pão.
Depois experimente com mel ou goiabada.
Não.
O Gorgonzola tradicional é italiano e produzido com leite de vaca.
O Roquefort é francês e tradicionalmente elaborado com leite de ovelha.
Ambos pertencem ao universo dos queijos azuis, mas possuem:
leites, territórios, técnicas e identidades diferentes.
Sim.
O Penicillium roqueforti utilizado na fabricação faz parte do próprio queijo.
É justamente essa flora que participa do desenvolvimento dos característicos veios azuis e da formação de parte de seus aromas e sabores.
Isso é natural.
O desenvolvimento do Penicillium roqueforti depende da presença de oxigênio no interior da massa.
Por isso, sua distribuição acompanha os espaços e canais existentes dentro do queijo.
Uma mesma peça pode apresentar regiões bastante azuladas e outras predominantemente claras.
Essa irregularidade faz parte da natureza dos queijos azuis.
Não.
Neste produto, a grande cremosidade não vem da adição de creme.
Ela é construída pela própria tecnologia do queijo, pela umidade da massa, pela fermentação e pela maturação.
Essa é uma diferença importante em relação ao Tipo Gorgonzola Duplo Creme – Gorgonzola de Colher, também produzido pela Serra das Antas, cuja receita leva creme de leite.
Os dois são queijos azuis bastante cremosos, mas não são o mesmo produto.
O Tipo Gorgonzola Dolce desenvolve sua cremosidade a partir da própria tecnologia de fabricação e da maturação.
Já o Gorgonzola de Colher – Tipo Gorgonzola Duplo Creme recebe creme de leite na receita, tornando sua massa ainda mais rica e untuosa.
Em resumo:
Gorgonzola Dolce: cremosidade natural da massa e perfil Dolce.
Gorgonzola de Colher: receita enriquecida com creme de leite e textura ainda mais untuosa.
Muito bem.
Sua massa úmida e macia se incorpora com facilidade a:
molhos, massas, risotos, sopas, polentas e carnes.
Não é necessário utilizar uma grande quantidade.
Mesmo dissolvido em uma preparação, seu sabor continua presente.
Sim — muito.
É uma das harmonizações mais tradicionais para essa família.
O dulçor ajuda a equilibrar:
salinidade + fermentação + intensidade do azul.
Por isso funcionam tão bem:
Mel
Figo
Goiabada
Pera
Vinhos doces
O ideal é utilizar pequenas quantidades para que o queijo continue protagonista.
INGREDIENTES: Leite pasteurizado de vaca, fermento lácteo, coalho, sal e Penicillium roqueforti.
ALÉRGICOS: CONTÉM LEITE. CONTÉM LACTOSE. NÃO CONTÉM GLÚTEN.
Em São Paulo Capital, os pedidos são enviados em nossa caixa personalizada por motoboy.
Para envios via Sedex, utilizamos embalagem térmica com gelo, ajudando a preservar adequadamente o queijo durante o transporte.
Loja oficial dos Queijólatras. Disseminamos a cultura queijeira pelo Brasil, entregando para a sua Família, Felicidade em formato de Queijo.