Produzido artesanalmente pela Vivedouro Queijaria Artesanal, em Ribeirão Bonito (SP), o Diadorim é elaborado com leite cru de vaca e apresenta uma massa macia, cremosa e muito untuosa, marcada por um perfil essencialmente lácteo, amanteigado e agradavelmente ácido.
É daqueles queijos que não precisam impressionar pela força.
A graça está justamente no equilíbrio.
Sua massa é macia e agradável ao corte, cremosa sem chegar a ser líquida.
No paladar aparecem notas de:
leite, manteiga, iogurte e uma acidez láctea fresca, acompanhadas por nuances delicadamente fermentadas que ganham profundidade conforme o queijo evolui.
É um queijo para comer puro.
Para colocar sobre o pão.
Para o café da manhã.
Para um sanduíche.
Ou simplesmente para deixar sobre a mesa e ir cortando aos poucos.
Um queijo “básico” no melhor sentido da palavra:
confortável + versátil + saboroso + fácil de gostar.
Apesar da presença de Penicillium candidum em sua elaboração, Brie ou Camembert não são as melhores referências para compreender o Diadorim.
A experiência é diferente.
Ele não busca aquela massa extremamente mole que, com a maturação, pode chegar a ficar quase fluida sob uma casca branca.
O Diadorim possui mais:
estrutura + corpo + untuosidade.
Sua massa permanece macia e cremosa, mas conserva uma consistência mais definida.
Para quem conhece queijos franceses, uma referência sensorial mais interessante está no grande universo das Tommes e, especialmente pela textura e vocação de consumo, em queijos como o Saint-Nectaire.
Isso não significa que sejam tecnicamente iguais.
Não são.
A comparação serve para ajudar a compreender a experiência:
um queijo macio, amanteigado, lácteo, discretamente ácido e extremamente fácil de comer.
O Diadorim é uma criação brasileira da Vivedouro, com leite, microbiologia e identidade próprios.
“Tomme” não identifica uma única receita de queijo.
É um termo tradicional francês utilizado para uma ampla família de queijos regionais, muitos deles historicamente produzidos em propriedades rurais e consumidos como queijos cotidianos de mesa.
Existem Tommes bastante diferentes entre si.
Mas nesse universo encontramos frequentemente:
Massas de macias a semiduras
Notas lácteas
Manteiga
Fermentação
Relação muito próxima com o leite e o território
É nesse espírito que a referência ajuda a compreender o Diadorim.
Não como uma classificação formal, mas como uma indicação de que tipo de experiência esperar.
O Saint-Nectaire, tradicional queijo francês da região de Auvergne, é uma referência sensorial especialmente interessante quando pensamos na combinação de:
Massa macia
Untuosidade
Sabor lácteo
Acidez equilibrada
Fermentação
Grande facilidade de consumo
O Diadorim não é um Saint-Nectaire brasileiro.
Possui tecnologia, leite e identidade próprios.
Mas quem aprecia Tomme francesa, Saint-Nectaire ou queijos macios e amanteigados de mesa pode encontrar no Diadorim uma linguagem sensorial familiar.
Uma das características mais gostosas do Diadorim é sua nota que lembra iogurte natural.
Ela aparece como uma acidez láctea fresca, e não como um azedume excessivo.
Essa acidez é especialmente importante porque impede que a gordura e a cremosidade tornem o queijo pesado.
É justamente o encontro entre:
untuosidade + acidez
que faz o Diadorim funcionar tão bem.
Talvez essa seja a melhor maneira de compreendê-lo.
O Diadorim não exige uma ocasião especial.
É ótimo com pão e café pela manhã.
Pode entrar em um sanduíche no almoço.
Funciona perfeitamente em uma tábua no fim do dia.
E pode aparecer na cozinha sempre que buscamos cremosidade e sabor lácteo sem recorrer a um queijo excessivamente intenso.
Aqui vale evitar acompanhamentos excessivamente doces ou muito perfumados.
O Diadorim fica especialmente interessante ao lado de coisas simples e boas.
Azeite extravirgem: algumas gotas já são suficientes. As notas vegetais do azeite contrastam com sua acidez láctea e acompanham a untuosidade da massa.
Pera fresca: uma combinação fácil e delicada. A pera acrescenta suculência e um dulçor discreto sem esconder o queijo.
Maçã: traz crocância e um pouco mais de acidez, refrescando o paladar. Funciona especialmente bem quando o Diadorim está mais maduro e amanteigado.
Mel de Jataí: use pouco. Seu dulçor e sua própria acidez encontram muito bem as notas de iogurte do queijo.
Nozes ou amêndoas: acrescentam crocância e notas tostadas à massa macia.
Presunto cru ou copa: charcutarias delicadas trazem sal e cura para contrastar com a cremosidade. Prefira opções que não sejam excessivamente condimentadas.
Picles e vegetais em conserva: uma harmonização excelente e menos óbvia. A acidez da conserva corta a gordura e mantém a degustação leve.
Pães: pão de fermentação natural, baguete, pão de campanha e uma boa broa são excelentes companheiros.
Para entender o queijo:
Diadorim + Pão de Fermentação Natural
Para uma combinação fresca:
Diadorim + Pera + Nozes
E, para uma tábua salgada:
Diadorim + Presunto Cru + Picles + Pão
O Diadorim é muito mais versátil do que um queijo destinado apenas à tábua.
Experimente em:
Sanduíches
Tartines
Omeletes
Ovos mexidos
Batatas
Polenta
Cogumelos
Massas
Legumes assados
Saladas mornas
Sua grande qualidade está em oferecer cremosidade, gordura e sabor lácteo sem tornar a preparação excessivamente intensa.
Talvez seja sua aplicação mais natural.
Uma fatia generosa de Diadorim sobre um pão levemente aquecido já mostra praticamente tudo o que o queijo tem de melhor.
A massa amolece.
A gordura fica mais perceptível.
E a acidez continua trazendo equilíbrio.
Finalize apenas com algumas gotas de azeite ou pimenta-do-reino.
Funciona muito bem com:
Presunto cru
Copa
Tomate
Cogumelos
Folhas amargas
Cebola lentamente assada
Não precisa de muitos ingredientes.
O Diadorim funciona melhor quando sua textura e seu sabor continuam perceptíveis.
Queijo macio e amanteigado sobre batatas quentes é uma combinação clássica dentro do universo dos queijos de montanha.
E com o Diadorim funciona lindamente.
Abra uma batata assada ainda quente e deixe uma fatia do queijo amolecer sobre ela.
Finalize com:
pimenta-do-reino + algumas gotas de azeite.
Nada mais é necessário.
A cremosidade do Diadorim acompanha muito bem sabores terrosos.
Uma combinação simples:
Cogumelos Salteados + Diadorim + Pão Tostado
O calor amolece a massa e faz aparecer com ainda mais clareza as notas amanteigadas e fermentadas.
Seu perfil lácteo e ácido pede bebidas com frescor, mas não necessariamente excessivamente aromáticas.
Entre os vinhos:
Chardonnay
Chenin Blanc
Pinot Blanc
Gamay
Pinot Noir leve
Espumante Brut
Tintos leves e de boa acidez também podem funcionar muito bem, já que o Diadorim possui estrutura suficiente para acompanhá-los.
Entre as cervejas:
Saison
Kölsch
Blonde Ale
Pilsen
E existe ainda uma combinação muito simples:
café.
Especialmente quando o Diadorim é servido com pão no café da manhã.
Produto: Queijo Diadorim
Produtor: Vivedouro Queijaria Artesanal
Região: Ribeirão Bonito – SP
Estilo: Queijo brasileiro macio e untuoso de mesa
Matriz: Vaca
Leite: Cru
Textura: Macia, cremosa e untuosa
Perfil sensorial: Lácteo, amanteigado, ácido e fresco, com notas de iogurte e fermentação
Intensidade: Moderada
Odor: Moderado
Referências sensoriais: Universo das Tommes / Saint-Nectaire
Validade da fração: 10 dias
Validade da peça inteira: 20 dias
Armazenamento: Manter refrigerado.
Retire o Diadorim da geladeira aproximadamente 25 a 30 minutos antes do consumo.
Muito frio, ele parece mais firme e parte de sua untuosidade fica escondida.
Ao perder o excesso de refrigeração, sua massa se torna mais macia e aparecem com maior clareza as notas de:
manteiga, leite, iogurte e fermentação.
A acidez também fica mais integrada ao conjunto.
Para uma primeira degustação, experimente puro.
Depois, coloque uma fatia sobre um pedaço de pão de fermentação natural.
É talvez a melhor maneira de compreender a proposta do Diadorim.
Não é a melhor comparação.
Apesar da presença de Penicillium candidum em sua elaboração, a experiência sensorial é diferente.
O Diadorim possui uma massa mais estruturada, macia e untuosa, sem buscar aquele interior extremamente mole ou quase líquido associado a muitos Brie e Camembert em maturação avançada.
Como referência sensorial, sim.
Especialmente pela combinação de:
massa macia + untuosidade + caráter lácteo + acidez equilibrada + facilidade de consumo.
Mas são queijos tecnicamente diferentes e originários de tradições completamente distintas.
O Diadorim é uma criação brasileira da Vivedouro.
Principalmente que estamos diante de um queijo com vocação de mesa e cotidiano:
macio, equilibrado, amanteigado e versátil.
“Tomme” representa uma família muito ampla e não corresponde a uma única receita.
A referência serve apenas para ajudar quem já conhece esse universo francês a compreender a experiência que encontrará no Diadorim.
Não.
Tem personalidade, mas não agressividade.
Sua intensidade vem muito mais da combinação entre:
acidez + leite + gordura + fermentação
do que de sabores excessivamente pungentes.
As notas de iogurte fazem parte de seu perfil de fermentação.
Elas aparecem como uma acidez láctea fresca e ajudam a equilibrar a untuosidade da massa.
É justamente essa característica que impede que o queijo pareça pesado mesmo sendo bastante cremoso.
Quando aquecido, ele amolece bastante e fica ainda mais cremoso.
Funciona muito bem em:
pães, sanduíches, batatas, cogumelos, omeletes e outras preparações quentes.
Não devemos esperar, porém, a mesma elasticidade de uma muçarela.
A ficha do produto informa a utilização de Penicillium candidum na elaboração, mas não traz uma orientação específica sobre o consumo da casca.
Por isso, para essa informação, recomendamos seguir a orientação do produtor e o rótulo vigente do produto.
Muito.
Essa talvez seja uma das situações em que sua proposta fica mais clara.
Experimente:
pão quente + Diadorim + café coado.
Sua textura macia, as notas amanteigadas e a acidez de iogurte fazem dele um queijo particularmente agradável para esse tipo de consumo.
INGREDIENTES: Leite cru de vaca, fermento lácteo, coalho, sal e Penicillium candidum.
ALÉRGICOS: CONTÉM LEITE. CONTÉM LACTOSE. NÃO CONTÉM GLÚTEN.
Em São Paulo Capital, os pedidos são enviados em nossa caixa personalizada por motoboy.
Para envios via Sedex, utilizamos embalagem térmica com gelo, ajudando a preservar adequadamente o queijo durante o transporte.
Loja oficial dos Queijólatras. Disseminamos a cultura queijeira pelo Brasil, entregando para a sua Família, Felicidade em formato de Queijo.