Produzido pela Queijaria Rima, em Porto Feliz (SP), o Orobó é elaborado com uma combinação de leite pasteurizado de vaca e de ovelha, criando um queijo macio, amanteigado e extremamente versátil.
É daqueles queijos que encontram lugar com facilidade na rotina.
Vai muito bem no café da manhã, no pão ainda quente, em um sanduíche preparado sem pressa, em uma tábua mais delicada ou em receitas nas quais queremos um queijo que derreta bem sem dominar todos os outros ingredientes.
Ao mesmo tempo, está longe de ser um queijo sem personalidade.
A presença do leite de ovelha acrescenta mais riqueza à massa, trazendo uma sensação mais untuosa e um delicado dulçor, enquanto o leite de vaca contribui para seu equilíbrio, sua maciez e sua ótima resposta ao calor.
Com aproximadamente 10 dias de maturação, mantém bastante frescor e umidade.
No paladar aparecem notas lácteas e amanteigadas, uma leve acidez, sal de intensidade média e um discreto dulçor que torna a degustação especialmente agradável.
Sua massa é macia, flexível e suavemente elástica, ganhando ainda mais cremosidade quando aquecida.
É justamente aí que está a personalidade do Orobó: ele possui toda a facilidade de um queijo para o cotidiano, mas o encontro entre dois leites cria uma experiência mais rica e interessante.
Misturar leite de vaca e leite de ovelha não significa simplesmente somar dois sabores.
Cada leite interfere na composição e na percepção do queijo.
O leite de vaca ajuda a construir uma massa macia, equilibrada e muito versátil.
Já o leite de ovelha acrescenta maior riqueza, uma sensação mais untuosa e um delicado dulçor.
No Orobó, essa combinação é trabalhada para produzir um queijo suave.
Ou seja: o leite de ovelha não transforma o produto em um queijo excessivamente forte.
Ele acrescenta profundidade a uma massa que continua delicada e fácil de comer.
Por isso, o Orobó funciona muito bem tanto para quem já gosta de queijos de ovelha quanto para quem está tendo o primeiro contato com essa matriz leiteira.
O Orobó ocupa muito bem aquele espaço afetivo que o brasileiro conhece:
queijo no pão, queijo com café, queijo derretido, queijo no lanche da tarde.
Mas faz isso com uma matéria-prima diferente.
Por ser produzido com leite de vaca e ovelha, entrega mais riqueza e untuosidade do que esperaríamos de um queijo cotidiano muito simples.
É excelente com:
Pão francês ainda quente
Pão de fermentação natural
Tapioca
Cuscuz
Ovos
Omeletes
Croissants
Sanduíches
Tostas
Café passado na hora
É um queijo capaz de entrar na rotina sem se tornar banal.
Mel de Florada de Café: talvez uma das combinações mais interessantes para contar a história do Orobó à mesa. Algumas gotas sobre uma fatia do queijo, acompanhadas por pão e café coado, criam uma harmonização com a cara de um café da manhã brasileiro.
Doce de Limão Cravo: uma combinação mais ousada e ótima para fugir da goiabada automática. O doce traz cítrico, dulçor e o perfume característico do limão-cravo, criando contraste com o lado amanteigado e suavemente adocicado do queijo.
Acepipe de Tomate Seco com Nozes: aqui entramos completamente no campo salgado. O tomate seco acrescenta acidez, umami e concentração, enquanto as nozes oferecem crocância. O Orobó entra como contraponto macio e amanteigado.
Molho Pesto Artesanal: especialmente interessante quando o Orobó está ligeiramente aquecido. Manjericão, azeite e queijo derretido criam uma combinação simples para focaccia, ciabatta, bruschettas ou sanduíches.
Presunto cru: a salinidade e a gordura da charcutaria encontram um queijo de sabor suave e textura macia. Experimente em um sanduíche com Orobó, presunto cru, rúcula e pão de fermentação natural.
Pera fresca: uma das melhores frutas para preservar a delicadeza do queijo. Acrescenta suculência, crocância e dulçor discreto sem esconder o leite de ovelha.
Uvas verdes: funcionam especialmente bem em tábuas ou no café da manhã. Sua acidez limpa o paladar depois da massa amanteigada.
Castanha-de-caju torrada: traz crocância e notas tostadas sem ser excessivamente dominante.
Uma combinação que traduz muito bem o espírito deste queijo:
Orobó + Pão de Fermentação Natural + Mel de Florada de Café + Café Coado
Para um lanche salgado:
Orobó Derretido + Acepipe de Tomate Seco com Nozes + Pão Tostado
E, para uma tábua fresca:
Orobó + Pera + Uva Verde + Castanha-de-Caju
O Orobó é daqueles queijos que vale a pena manter na geladeira porque resolve muitas preparações.
Experimente em:
Mistos-quentes
Sanduíches
Tapiocas
Cuscuz
Omeletes
Ovos mexidos
Bruschettas
Pizzas
Massas
Risotos
Polentas
Legumes assados
Gratinados
Talvez seja uma das melhores maneiras de conhecê-lo.
Coloque algumas fatias sobre o pão e aqueça até que a massa fique macia e cremosa.
Pode parar por aí.
Ou acrescentar tomate, pesto, presunto cru, cogumelos ou folhas.
O segredo é não exagerar nos ingredientes: o próprio queijo já traz bastante riqueza.
O Orobó funciona muito bem com preparações brasileiras de café da manhã.
Coloque fatias sobre o cuscuz ainda quente e deixe que o próprio vapor amoleça a massa.
Na tapioca, derrete e ganha uma textura cremosa sem precisar de muitos complementos.
Pode ser combinado com tomate, ovos, ervas ou até uma pequena quantidade de doce de fruta.
Omeletes e ovos mexidos são ótimos parceiros.
Adicione o queijo próximo ao final do preparo para preservar parte de sua textura e evitar aquecimento excessivo.
O resultado é mais cremosidade e um sabor lácteo muito agradável.
O Orobó também pode entrar em receitas quentes, especialmente quando queremos cremosidade sem um queijo excessivamente forte.
Em risotos, pode ser incorporado ao final.
Em massas, funciona em molhos cremosos, gratinados ou simplesmente derretido sobre preparações com tomate e vegetais.
No café da manhã, a escolha mais natural é:
Café coado
A torra e o leve amargor do café contrastam muito bem com a gordura e o discreto dulçor do queijo.
Também funciona com cappuccino, principalmente quando o Orobó acompanha pão ou croissant.
Entre os vinhos:
Riesling
Chardonnay jovem
Sauvignon Blanc
Vinho Verde
Espumante Brut
Entre as cervejas:
Witbier
Saison
Pilsen
Kölsch
Produto: Queijo Orobó
Produtor: Queijaria Rima
Região: Porto Feliz – SP
Matriz: Vaca e ovelha
Leite: Pasteurizado
Textura: Macia, amanteigada e suavemente elástica
Massa: Semicozida
Perfil sensorial: Lácteo, amanteigado, levemente ácido, delicadamente adocicado e de sal médio
Família: Massa semicozida
Tempo de maturação: Aproximadamente 10 dias
Peso: Aproximadamente 200 g
Intensidade: Suave
Odor: Sutil
Validade: 15 dias
Armazenamento: Manter refrigerado.
Para consumo puro, retire o Orobó da geladeira aproximadamente 20 a 30 minutos antes de servir.
O objetivo é apenas retirar o excesso de frio.
Quando a massa relaxa, fica mais fácil perceber sua maciez, untuosidade, notas amanteigadas e o discreto dulçor do leite de ovelha.
Se for utilizá-lo em preparações quentes, não é necessário fazer a ambientação previamente.
Não.
O Orobó tem identidade, receita e nome próprios.
Mas existe uma familiaridade interessante na experiência de consumo.
Assim como alguns queijos brasileiros macios e jovens, ele possui textura suave, vocação para o café da manhã e excelente comportamento quando aquecido.
A diferença fundamental está justamente em sua composição: o Orobó utiliza leite de vaca e leite de ovelha, criando uma massa mais rica e uma experiência sensorial própria.
Podemos dizer que ele ocupa muito bem o mesmo momento da mesa, sem precisar classificá-lo como Minas Padrão.
Porque os dois podem contribuir com características complementares.
No Orobó, o resultado é um queijo de textura muito macia e sabor suave, mas com uma riqueza que o diferencia de um queijo produzido apenas com leite de vaca.
O leite de ovelha acrescenta especialmente uma sensação mais untuosa e um delicado dulçor.
Não.
Ele é um queijo de intensidade suave.
Essa é inclusive uma das graças do produto: permite conhecer parte da riqueza do leite de ovelha em uma receita extremamente acessível.
Sim — e muito.
Pão quente, café, cuscuz, tapioca, ovos e frutas são companheiros naturais.
Mas chamá-lo de queijo matinal não significa limitá-lo.
Ele também funciona muito bem em sanduíches, tábuas, massas, risotos e preparações gratinadas.
Sim.
Essa é uma das características mais interessantes do queijo.
Quando aquecido, sua massa fica macia, cremosa e muito agradável.
Por isso funciona especialmente bem em pães, sanduíches, tapiocas, pizzas, omeletes e pratos gratinados.
Não exatamente.
São produtos relacionados, mas não entregam a mesma experiência.
O Orobó desta ficha é um queijo jovem, macio e delicado.
O Orobó Reserva passa por maturação muito mais prolongada, desenvolvendo uma casca mais rústica, textura e sabores mais concentrados.
São boas demonstrações de como o tempo modifica profundamente um queijo que parte da mesma identidade.
Não.
O Orobó é justamente um bom exemplo do contrário.
Mesmo jovem, o leite de ovelha contribui com riqueza, gordura e textura, enquanto a curta maturação preserva frescor e delicadeza.
Pense primeiro no momento em que será servido.
No café da manhã, pão, café, mel e frutas.
No lanche, pesto, tomate seco, presunto cru ou cogumelos.
Em uma tábua, pera, uva e castanhas.
Na cozinha, ovos, cuscuz, tapioca, massas e sanduíches.
Essa é justamente uma das grandes qualidades do Orobó: é fácil de usar sem ser um queijo sem identidade.
INGREDIENTES: Leite pasteurizado de vaca e ovelha, fermento lácteo, coalho, sal e cloreto de cálcio.
ALÉRGICOS: CONTÉM LEITE. CONTÉM LACTOSE. NÃO CONTÉM GLÚTEN.
Em São Paulo Capital, os pedidos são enviados em nossa caixa personalizada por motoboy.
Para envios via Sedex, utilizamos embalagem térmica com gelo, ajudando a preservar adequadamente o queijo durante o transporte.
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